"Bati-me sempre por coisas que iam além de mim e não olhei a sacrifícios. Fiz o que pude, e quem faz o que pode faz o que deve" - Fernando Valle.
18 de Outubro de 2010

Porque é que o Banco Central Europeu empresta aos Bancos e Instituições Financeiras dinheiro com juro a 1% e estes emprestam ao(s) (nosso) Estado(s)a 5, 6 e 7%? Porque é que o BCE não empresta directamenta aos Estados a 1%? Alguém consegue ter uma explicação plausível e razoável para isto?
publicado por Pedro Vaz às 19:15
09 de Junho de 2010

Aquele Comissário (cujo nome e nacionalidade todos desconhecem) que fez as declarações sobre a segurança social e o mercado laboral em Portugal e depois teve que corrigir o que tinha dito, mas mesmo assim a tentar compôr a ignorância, é mesmo anormal.

Para além de ser irresponsável, não só revelou ser burro, como descobriu a ponta do véu da orientação ideológica da Comissão Europeia, quanto ao mercado laboral. Desconfio muito desta Europa a mando do poder económico e financeiro e com o modelo social europeu na palavra, mas na prática bem no fundo da gaveta.

Em Portugal um asno como aquele já tinha a cabeça a prémio. Assim é difícil...
publicado por Pedro Vaz às 02:30
04 de Março de 2009

Silva Lopes em declarações ao jornal Público, refere aquilo que é visível a todos, menos àqueles que não querem ver ou então andam nisto apenas para dizer mal de tudo e todos

As declarações aqui.
publicado por Pedro Vaz às 18:04
05 de Janeiro de 2009

Sócrates deu hoje a primeira entrevista deste ano que será marcadamente político, quer porque teremos 3 actos eleitorais, quer porque com a crise económica que persiste a resposta estará na ideologia e na política.

Vi a entrevista. Estou a ver as reacções e as análises do costume. Quero desde já dizer o seguinte:

- Os entrevistadores portugueses, especialmente os entrevistadores políticos, acham que ser bom entrevistador é ser agressivo com quem se entrevista (estilo jornalistico Manuela Moura Guedes) e opinar, opinar muito. Não percebo isso. Porque a opinião que se deve ouvir é da pessoa que é entrevistada e não do jornalista. Essa opinião eu não quero saber. Até porque, normalmente é desinformada.
Programas de entrevista como o 60 minuts, e o Hard Talk da BBC. Vemos grandes entrevistas em que não interrompem o entrevistado, não opinam. Não querem ser comentadores, nem políticos por 10 minutos, ou outra coisa qualquer. Enfim. É o Portugal dos Grandes que mais parece o Portugal dos Pequeninos.
publicado por Pedro Vaz às 22:31
16 de Dezembro de 2008

publicado por Pedro Vaz às 17:43

publicado por Pedro Vaz às 17:27
07 de Outubro de 2008

Recebi este e-mail que dá uma noção simplista, mas verdadeira, sobre o que desencadeou esta crise financeira mundial de consequências cada vez mais imprevisíveis.

Reza assim:

O Ti Joaquim tem uma tasca, na Vila Carrapato, e decide que vai vender copos
"fiados"aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados.
Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da
dose do tintol e da branquinha (a diferença é o preço que os pinguços
pagam pelo crédito).

O gerente do banco do Ti Joaquim, um ousado administrador formado em curso
muito reconhecido, decide que o livrinho das dívidas da tasca constitui,
afinal, um activo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao
estabelecimento, tendo o "fiado" dos pinguços como garantia.

Uns seis zécutivos de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do
banco, e os transformam em CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro
acrónimo financeiro que ninguém sabe exatamente o que quer dizer.

Esses adicionais instrumentos financeiros, alavancam o mercado de capitais e
conduzem a operações estruturadas de derivativos, na BM&F, cujo lastro
inicial todo mundo desconhece (os tais livrinhos das dívidas do Ti Joaquim).

Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com
fortes garantias reais, nos mercados de 73 países.

Até que alguém descobre que os bêbados da Vila Carrapato não têm dinheiro
para pagar as contas, e a tasca do Ti Joaquim vai à falência. E toda a
cadeia se f****.



publicado por Pedro Vaz às 18:25
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15 de Setembro de 2008

Pois é. O Banco Lehman Brothers, que ao que parece era o 4º maior banco de investimentos dos Estados Unidos abriu falência. Não conhecia este banco, mas pelos vistos é daqueles bancos que utilizam as receitas económicas neoliberais para fazer dinheiro e brincar ao capital com o dinheiro daqueles que não o têm (fundos de investimento de alto risco, sub-primes e essas coisas do economês).
Consequência imediata, bolsas de todo o mundo em queda acentuada, pessoas a ficar sem casa, sem dinheiro, sem poder de compra, crise económica internacional.

O liberalismo no seu melhor. Segundo aquilo que se costuma dizer, o mercado corrigirá tudo isso. Nada mais errado. Pelos vistos o mercado não consegue....

Perante mais um cenário de crise económica à escala global o que é que aqueles que, como Marques Mendes fez hoje e Manuela Ferreira Leite faz sempre, defendem que o Estado é um empecilho, aqueles que acham que menos Estado é melhor Estado defendem: A intervenção do Estado. :-)


Pelos vistos, o Estado é preciso. Mas porque defendem isso. Para assumirem as asneiras do grande gestor que são os privados e pagarem a dívida.

Se é para o Estado pagar a factura sempre. Então, quando for para dar lucro, que dê ao EStado, que assim dá a todos e não dê lucro só para alguns.

É incrível a hipocrisia desta gente e a bestialidade das pessoas que defendem que a economia deve funcionar por si só quando lhes convém, mas quando dá para o torto (quase sempre) que venha o Estado porque é essa a sua responsabilidade.

Brincam com os povos do mundo.
publicado por Pedro Vaz às 14:20
05 de Setembro de 2008

Os Políticos 1:
O Conselho Consultivo da Procuradoria-Geral da República (defensores dos meus interesses enquanto cidadão do Estado Português e após solicitação do político Fernando Serrasqueiro (e aqui abro um parêntesis para referir que é um excdelente Secretário de Estado do Consumidor e da sua defesa. Basta lembrar os arredondamentos dos juros que os bancos faziam e já não podem) e decidiu pela mesma bitola que a ANACOM no que concerne às chamadas de telefone. É que quer para a ANACOM, quer para a Procuradoria-Geral, pelos vistos pagar mais que o tempo que se está em conversação telefónica é perfeitamente natural e aceitável e não se trata de qualquer tipo de taxa de activação, nem tão pouco de um consumo mínimo obrigatório.

Obrigado ANACOM e Procuradoria-Geral, são os maiores a defender os interesses..... que não os nossos.

Políticos 2
Segundo o DN os preços dos combustíveis em Espanha descem mais que em Portugal. Pasme-se....

Os interesses corporativos em Portugal são cada vez pior. Pergunto-me como é que haja quem pense que Economia e mercado sem Estado era o melhor dos mundos. É urgente fazer algo.
publicado por Pedro Vaz às 09:56
09 de Julho de 2008

Teixeira dos Santos diz hoje que o que está em causa é mesmo a natureza do mandato do BCE.

Já há dias tinha afirmado que a subida das taxas de juro poderiam não ser medidas eficazes.

Gosto de ver.
publicado por Pedro Vaz às 17:57
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